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Vida de um Cinéfilo

Vida de um Cinéfilo

08.Set.18

Woman Walks Ahead - injustamente inapreciado

Francisco Quintas
Pensar naquilo que um filme deve ter antes sequer de o ver é mais prejudicial para o público do que para os artistas responsáveis. Novamente concluo que acertar na mosca é mais fácil do que agradar os críticos americanos. Não é desgostando de todas obras que se avalie que um crítico se torna num sábio erudito de gaveta. Acontece isto com qualquer blockbuster, como o recente “Star Wars: The Last Jedi”, mas principalmente com obras modernas que toda a gente decide desgostar (...)
04.Set.18

Papillon - bons remakes podem acontecer

Francisco Quintas
Remakes são a praga atual de Hollywood. Porém, raríssimas são as exceções que, não sendo, no entanto, obras-primas modernas, poderão ser colocadas nas prateleiras de bons filmes. Ao serviço de criminosos de estatuto superior, Henri Charrière é um ladrão ativo em Paris. Em 1931, é enviado para a Guiana Francesa depois de ser injustamente acusado de assassinato. Ao conhecer o falsificador de arte Louis Dega, inicia diversos planos para fugir da cadeia. Para fazer jus à (...)
03.Fev.18

Darkest Hour (A Hora Mais Negra, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
     O filme começa em Maio de 1940, na Inglaterra, e segue os esforços desesperados do recente primeiro-ministro Winston Churchill que, depois da sua inesperada e indesejada eleição, mede forças com os membros do Parlamento Inglês, com a Alemanha e com ele próprio.    O filme foi realizado pelo inglês Joe Wright, responsável por Pride & Prejudice e Atonement. Ao contrário de muitas biopics que aparecem nestas awards seasons, o mais recente filme do realizador é um dos (...)
27.Jan.18

The Disaster Artist (Um Desastre de Artista, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
     Baseado na autobiografia The Disaster Artist: My Life Inside The Room, the Greatest Bad Movie Ever Made, de Greg Sestero, publicado em 2013, o filme conta a sua história como um aspirante ator que, em 1998, durante uma aula de teatro, conhece o misterioso Tommy Wiseau, igualmente determinado em alcançar uma carreira em Hollywood. Perante os obstáculos às tentativas de sucesso dos dois, estes decidem fazer o seu próprio filme, The Room (lançado em 2003), que mais tarde se (...)
13.Jan.18

Molly's Game (Jogo da Alta-Roda, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
     Baseado na autobiografia de Molly Bloom, Molly's Game: From Hollywood's Elite to Wall Street's Billionaire Boys Club, My High-Stakes Adventure in the World of Underground Poker, Molly’s Game conta a sua história como uma decadente atleta olímpica e uma ascendente Rainha do Poker, responsável por uma das redes de jogo ilegal mais recorridas por celebridades nos EUA durante 12 anos.      O filme foi escrito e realizado pelo Aaron Sorkin, que depois de escrever excelentes (...)
28.Dez.17

American Made (Barry Seal: Traficante Americano, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
     O filme conta a história real de Barry Seal, um piloto comercial que, em 1978 começou a trabalhar para a CIA e, no futuro, para Pablo Escobar, numa relação de trocas de armas e droga.      O filme foi realizado pelo Doug Liman, responsável pelo ótimo Edge of Tomorrow, de 2014, e pelo apenas “ok” The Wall, deste ano. Perdoem-me, nunca vi nada do Jason Bourne. Algo que este consegue fazer facilmente aqui é injetar o mínimo de interesse numa história pouco conhecida (...)
03.Dez.17

First They Killed My Father (Primeiro, Mataram o Meu Pai, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
  Baseado na autobiografia First They Killed My Father: A Daughter of Cambodia Remembers, publicado em 2000 pela ativista Loung Ung, o filme decorre no Camboja, em 1975, e conta a sua história enquanto uma menina cambojana de 7 anos, que se vê mergulhada dentro da revolução comunista no sudeste asiático.      O filme foi realizado pela Angelina Jolie que, juntamente com a autora, também adaptou o material para o guião. Como se pode comprovar, a atriz finalmente se estabeleceu (...)
14.Mai.17

Hidden Figures (Elementos Secretos, 2016) - Crítica

Francisco Quintas
     Mais vale tarde do que nunca, vamos falar de um dos filmes americanos mais patriotas e até mais overrated de 2016.      Baseado no livro de não-ficção da Margot Lee Shetterly publicado em 2016, o filme passa-se nos anos 60 e conta o progresso profissional de três mulheres negras que contra todas as expectativas, revolucionaram os métodos de trabalho na NASA, permitindo assim aos EUA levar o primeiro homem americano ao espaço.      O filme é escrito e realizado pelo T (...)
08.Mai.17

Jacinta (2017) - Crítica

Francisco Quintas
     As formatações de séries para o cinema normalmente não costumam resultar. Bairro é um exemplo, somando isso ao facto que também é uma série da TVI. Mesmo este filme estar a ser mostrado no cinema antes de estar no formato de minissérie na televisão, já era de espera que houvessem muitos buracos no guião.      A história passa-se em 1917, na Cova da Iria, em Fátima, e é contada do ponto de vista dos três pastorinhos, concentrando-se mais na Jacinta, a mais nova, (...)