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Vida de um Cinéfilo

Vida de um Cinéfilo

02.Nov.18

Bohemian Rhapsody – perdurabilidade audiovisual

Francisco Quintas
Passando por um indesejado bloqueio mental e irritante falta de inspiração que não me permitem escrever críticas como deve ser, os Deuses do Cinema dão-me um filme que recuperou o meu bicho pela escrita que, por pouco, não se perdeu. Assistindo a “Bohemian Rhapsody” numa sala de cinema quase cheia, a única coisa que me desalegrou foi não poder expressar a minha euforia cantando com Freddie Mercury no Estádio de Wembley. “Olha o que o Cinema consegue fazer …”, pensei (...)
03.Fev.18

Darkest Hour (A Hora Mais Negra, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
     O filme começa em Maio de 1940, na Inglaterra, e segue os esforços desesperados do recente primeiro-ministro Winston Churchill que, depois da sua inesperada e indesejada eleição, mede forças com os membros do Parlamento Inglês, com a Alemanha e com ele próprio.    O filme foi realizado pelo inglês Joe Wright, responsável por Pride & Prejudice e Atonement. Ao contrário de muitas biopics que aparecem nestas awards seasons, o mais recente filme do realizador é um dos (...)