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Vida de um Cinéfilo

Vida de um Cinéfilo

19.Nov.17

Geu-hu (O Dia Seguinte, 2017) - Crítica

Francisco Quintas
     Bong-wan, um escritor presidente de uma editora, depois de receber uma nova funcionária na empresa, encontra-se dividido entre a relação com a sua mulher e o caso com uma amante de longa data.     O filme foi escrito e realizado pelo Sang-soo Hong, um dos realizador sul-coreanos mais autorais em atividade, que também compôs a banda sonora. Sou sincero, desconhecia a sua filmografia. O meu interesse nele começou quando descobri a atriz Min-hee Kim que, depois da ótima (...)
21.Set.17

Okja (2017) - Crítica

Francisco Quintas
     Quando o Gangnam Style saiu, em 2012, lembro-me de ver o Obama a afirmar que a América e o mundo inteiro só tinham a ganhar ao se familiarizar com a cultura sul-coreana. Verdade seja dita, o cinema é um bom exemplo!     Mija, uma pequena aldeã sul-coreana que toda a vida viveu com uma superporca chamada Okja, vê-se obrigada a sair do seu país e ir para New York para salvar a amiga de uma organização multinacional, enquanto é involuntariamente envolvida numa missão de (...)
08.Mai.17

Ah-ga-ssi (A Criada, 2016) - Crítica

Francisco Quintas
     Pessoas que já estão cansadas do cinema hollywoodiano, como eu, refugiam-se cada vez com mais frequência no cinema estrangeiro. Para mim, cinema europeu sempre foi uma alternativa e uma solução. Mas apenas em 2016 descobri o cinema sul-coreano e não podia estar mais satisfeito.     Baseado no livro Fingersmith de Sarah Waters publicado em 2002, o filme passa-se nos anos 30 na Coreia do Sul ocupada pelos japoneses, e segue uma jovem carteirista chamada Sook-hee que, depois (...)