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Vida de um Cinéfilo

Vida de um Cinéfilo

08.Fev.19

Acendalha Datilográfica #2 – Birdman (or the Unexpected Virtue of Ignorance)

Francisco Quintas
Poucas (ou nenhumas) foram as vezes em que falei sobre “Birdman”. Este, que é facilmente o meu filme preferido de sempre, suscitou a minha (quase irracional) vontade de aprofundar os meus conhecimentos de cinema o máximo que podia. Nem sei se alguma vez escreverei inteiramente sobre a obra-prima do Alejandro González Iñarritu, portanto, de qualquer maneira, está aqui uma cena (uma das melhores, por sinal). Cinéfilos concordarão comigo quando afirmo que uma cena fenomenal é (...)
18.Jan.19

Acendalha Datilográfica #1 – Fences

Francisco Quintas
Vou abrir mais um espaço. Este irá ser somente uma transcrição dos melhores diálogos que se me entrarem nos meus ouvidos de cinéfilo. A primeira entrada é uma das cenas mais marcantes da terceira longa-metragem do Denzel Washington. Diretamente do teatro e cheia de excelência. Cory Can I ask you a question? Troy What the hell you got to ask to me? Mr. Stawicki’s the one you got the questions for. Cory How come you ain’t never liked me? Troy Like you? Who the hell said I got to (...)
17.Jan.19

Queres ser ator? Mas para quê?

Francisco Quintas
Vivemos numa altura fascinante da indústria audiovisual. Se há quarenta anos apenas um Ridley Scott ou um Woody Allen podiam comandar as suas produções hollywoodianas e fazer filmes com extrema frequência, beneficiados, lá está, pela falta de concorrência, hoje, já que temos todo o equipamento à venda ali ao lado e um mundo digital à distância de um clique onde nos é permitido disponibilizar os nossos trabalhos, vivemos na melhor altura para quem quer ser um guionista ou (...)
15.Jan.18

Uma Reflexão sobre "Actores", de Marco Martins

Francisco Quintas
     Hoje decidi fazer algo diferente. Foram várias as vezes em que me apeteceu escrever sobre uma peça de teatro. Nunca aconteceu. Venho falar hoje de uma peça sobretudo única, que me provocou uma reflexão pela qual nunca me tinha visto, apesar de ser algo mais íntimo e introspetivo, na verdade, para o próprio elenco do que para o público em si. Actores não é a típica viagem dramática ao qual estamos acostumados nos teatros portugueses, mas uma experiência inesquecível.